Por g1 PB

 


fonte g1.

O Instituto de Polícia Científica da Paraíba (IPC) adiou a divulgação do resultado da perícia realizada com os peixes encontrados mortos no Açude Velho, em Campina Grande, Agreste da Paraíba. A data prevista para divulgação do laudo com os resultados era esta quinta-feira (22).

Segundo a superintendente adjunta do IPC-PB em Campina Grande, Zenia Maria, o adiamento foi necessário em virtude da complexidade da perícia. As primeiras análises foram enviadas aos laboratórios responsáveis e aguardam finalização.

Ainda de acordo com o IPC, a previsão é que o resultado deve saia em até 30 dias, mas não há como precisar uma data exata para divulgação. Não houve nenhuma mudança nos parâmetros de análise.


Investigações da polícia, MPPB e apuração da Defensoria Pública

A Polícia Civil e o Ministério Público da Paraíba (MPPB) investigam a aparição de peixes mortos no Açude Velho. As informações foram confirmadas pelos dois órgãos para a Rede Paraíba.

De acordo com a Polícia Civil, o inquérito aberto na corporação investiga a possibilidade de crime ambiental. Uma perícia está sendo realizada no Açude Velho para saber se houve responsabilidade humana intencional no caso. Amostra da água e um peixe foram colhidos para análise no Núcleo de Laboratório Forense do Instituto de Polícia Científica da Paraíba (IPC-PB). Não há prazo para o resultado dessa análise.

No âmbito do Ministério Público da Paraíba (MPPB), a investigação é mais ampla e acontece desde a instauração de um inquérito civil em 11 de novembro, pelo promotor do Meio Ambiente de Campina Grande, Hamilton de Souza Neves. O inquérito investiga o despejo irregular de esgoto no Açude Velho e também os peixes mortos.

Outro órgão que acompanha a situação do Açude Velho após a aparição de peixes mortos no local é a Defensoria Pública do Estado da Paraíba (DPE-PB). No documento, a DPE-PB requisitou, no prazo de 15 dias, o envio de informações como:

  • Relatórios técnicos completos (inclusive dos que vierem a ser feitos a partir de agora) de monitoramento da qualidade da água do Açude Velho, referentes aos últimos seis meses;
  • Envio de cronograma detalhado das ações emergenciais, de médio e de longo prazo destinadas à recuperação ambiental do Açude Velho;
  • Detalhamento da aplicação de recursos municipais, inclusive oriundos de fundos, convênios, parcerias ou financiamentos, relativos ao Açude Velho, nos últimos três anos;
  • Informações acerca da existência de avaliação de riscos à saúde.


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